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sábado, 17 de março de 2012

Soneto da separação
De repente do riso fez-se o pranto.
Silencioso e branco como a bruma.
E das bocas unidas fez-se a espuma.
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento.
Que dos olhos desfez a última chama.
E da paixão fez-se o pressentimento.
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente.
Fez-se de triste o que se fez amante.
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante.
Fez-se da vida uma aventura errante.
De repente, não mais que de repente.

domingo, 4 de março de 2012

Apenas me aceita do jeito que sou,me deixa eu te fazer feliz. Não se culpe pelos dias de chuva,eu sou assim mesmo, amanhã o sol irá aparecer, e eu estarei sorrindo novamente, e te amando incondicionalmente.






laís cavalcante
"Me percebo te procurando em faces semelhantes a tua.
Outros olhos não me olham com paixão.
Em outras bocas não sinto teu inconfundível beijo.
De outras mãos recebo caricías frias.
Nem sei onde estar agora.
a cada dia que passa a ausência de você é constante.
Você fica distante de mim."
Laís Cavalcante.